Sunday, June 25, 2017

brasil - TODA SOLIDARIEDADE AOS CAMPONESES DE PAU D'ARCO! VIVA A LUTA PELA TERRA!


CAMPONESES RETOMAM ÁREA ONDE OCORREU MASSACRE NO SUL DO PARÁ

Num exemplo de combatividade e altivez centenas de famílias retomaram a área onde 10 camponeses foram chacinados a cerca de um mês atrás dos camponeses chacinados a um mês atrás. Nesta atitude os camponeses em luta pela terra no Brasil dão um claro recado que não recuarão frente aos assassinatos e execuções promovidas pelo latifúndio, e no caso desta última, pelos agentes de repressão do Estado brasileiro.
Não teria resposta melhor do movimento camponês pois lutar pela acesso a terra não é crime, pelo contrário, é um direito. O CEBRASPO convoca todas as entidades a apoiarem e se solidarizarem com o movimento camponês combativo, que mesmo sob a criminalização, perseguição e assassinatos,  da exemplo de qual caminho se deve seguir para conquista dos seus direitos

Foto: andblog.com.br

ABAIXO O MASSACRE NO CAMPO! TERRA PARA QUEM VIVE NELA E TRABALHA!
A ação planejada das Polícias Civil (Delegacia Especializada em Conflitos Agrários – DECA) e Militar do estado do Pará, que levou, no último dia 24/05, à morte de pelo menos 10 camponeses que é  estavam acampados próximos à Fazenda Santa Lúcia, município de Pau D’Arco, sudeste do estado, não foi um caso isolado.
A região onde aconteceu a matança tem uma longa história de conflitos agrários e violações de direitos cometidos pelo Estado brasileiro.
Em 2007 ocorreu a famigerada "Operação Paz no Campo", uma verdadeira operação de guerra contra camponeses que ocupavam a fazenda da Forkilha também no sul do Pará. O resultado desta operação, que moveu mais de 400 agentes da repressão, foram centenas de camponeses torturados, e dezenas de mortos e desaparecidos.

Nessa mesma região, em abril de 1996, a PM/PA realizou o tristemente célebre Massacre de Eldorado dos Carajás, no qual 19 camponeses do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram assassinados, e dezenas feridos e mutilados. Apenas dois comandantes da PM foram condenados pelas atrocidades, em processos e julgamentos denunciados por enormes irregularidades pela Anistia Internacional, entre outros órgãos.
Ainda sob o regime militar, a resistência popular organizada na chamada Guerrilha do Araguaia foi esmagada com assassinatos, torturas e desaparecimentos massivos, condenáveis pelas legislações nacional e internacionais. Em dezembro de 2010, a Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil por não ter punido os responsáveis pelas mortes e desaparecimentos, e determinou que sejam feitos todos os esforços para localizar os corpos dos desaparecidos. O Tribunal concluiu que o Estado brasileiro é responsável pelo desaparecimento de 62 pessoas, ocorrido entre 1972 e 1974.  
O pano de fundo dessa história de violência e injustiça é uma enorme concentração da propriedade da terra. No Pará, apenas 8% dos proprietários rurais controlam 69% do solo. Embora nessa parte do país a concentração seja ainda mais extrema, essa é uma realidade de todo o Brasil, que tem inclusive se agravado nas últimas décadas. A área ocupada pelos latifúndios passou de 214,8 milhões de hectares em 2003, para 318 milhões em 2010 (quase 50% de aumento). Entre 2010 e 2014, mais 6 milhões de hectares passaram para as mãos dos grandes proprietários. 130 mil grandes latifúndios concentram 47,23% de toda a área cadastrada pelo Incra. Em compensação, em levantamento da Liga dos Camponeses Pobres cerca de 5 milhões de minifúndios (pequenas propriedades e posses) correspondem a somente 10,2% da área cadastrada. Diante de tamanha desigualdade, consideramos legítimos e apoiamos os movimentos de ocupações e retomadas, que por todo o Brasil são organizados por camponeses sem terra ou com pouca terra, povos indígenas e quilombolas. Se o Estado nada faz de efetivo para erradicar a desigualdade, o povo tem o direito e o dever de buscar a justiça através de sua própria organização e ação.
Um componente fundamental nesse agravamento da violência é o comportamento do Judiciário, que tem expedido numa velocidade sem precedentes ordens de reintegração de posse, que geralmente redundam em conflitos violentos.
O Estado brasileiro não só não promove a justiça como ainda é o principal agente da violência contra a organização e a luta popular no campo. Quando não a executa diretamente através de seus órgãos repressivos (polícias e eventualmente as Forças Armadas), o Estado se omite ou se vincula clandestinamente aos pistoleiros armados e pagos pelo latifúndio, como já foi demonstrado por investigações em vários casos. A violência na luta pela terra tem aumentado significativamente nos últimos anos. Segundo dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra), em 2015 aconteceram 49 mortes no campo, 61 em 2016, maior número desde 2003. Agora em 2017, incluindo as 10 vítimas de Pau D’Arco, já são 36 mortos. Desses, 9 foram assassinados numa única chacina há um mês atrás, em Colniza, norte do Mato Grosso, crime executado por pistoleiros. Ou seja, não só as mortes têm aumentado, como os episódios têm sido mais sangrentos, numa dimensão que não era observada desde os anos 1990, época da Heróica Batalha de Corumbiara (Rondônia) em 1995, e do massacre de Eldorado dos Carajás em 1996.
Esse recrudescimento da violência das oligarquias sociais e políticas composta por grandes burgueses e latifundiários, uma verdadeira deriva fascistizante do Estado brasileiro, ganha maior alento conforme se aprofunda a crise econômica, política, e moral do velho estado. E quanto mais se aprofunda a miséria em que vive o povo, e este responde com luta e organização os governos de turno, seja qual sigla for, como nos mostra a história, sempre respondem com repressão.
Esse é o contexto da Chacina de Pau D’Arco! A violência contra os camponeses tem que ser repudiada por todos os setores democráticos e progressistas do país, inclusive porque é parte de uma violência crescente que se abate sobre toda a sociedade, e o apoio e solidariedade a sua luta devem vir na mesma altura.

ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO DA  LUTA PELA TERRA!
TERRA PRA QUEM NELA VIVE E TRABALHA!

4° ENCUENTRO DE MUJERES ACTIVISTAS Y DEFENSORAS DE DERECHOS HUMANOS DE OAXACA



“Las mujeres nacen como flores en el campo y brotan con la lluvia de la rebeldía”.
En la ciudad de Oaxaca se llevó a cabo el 4° Encuentro de Mujeres Activistas y Defensoras de Derechos Humanos de Oaxaca; acompañado de mujeres provenientes de diversos puntos de las regiones de estado y de otros países. 

Dicho encuentro surge como necesidad de un cobijo, un marco de referencia y unificación de diversos procesos de lucha que han sostenido mujeres defensoras de derechos humanos, de los recursos naturales y de la lucha indígena; centrando el tema en específico de la defensa de la tierra y territorio desde un enfoque feminista y revolucionario.


El fin de participar en estos procesos organizativos es el compartir y aprender de las experiencias de los trabajos que las compañeras han venido realizando a lo largo de sus vidas en las diversas organizaciones, colectivos y asociaciones civiles, en su lucha contra la imposición de mega proyectos como son las minas, los parques eólicos, las presas, las súper carreteras para transportación de mercancías, la sobre explotación de nuestros recursos naturales, etc., particularmente ahora con el impulso del programa de las llamadas “Zonas Económicas Especiales”, de las cuales hemos coincidido en este IV Encuentro que los fines políticos y económicos que hay de fondo en esos mega proyectos obedecen a intereses del capitalismo burocrático y el imperialismo, por ser México una semicolonia del Imperialismo, particularmente el Estadounidense, con relaciones de producción semifeudales que facilitan la sobreexplotación de nuestros recursos naturales y la opresión más despiadada sobre las masas trabajadoras de la ciudad y el campo, pasando por encima de la consulta a los pueblos, violentando su libre determinación.

Esta política de imposición se da a través de la intimidación, misma que recurre actualmente a la militarización, agrediendo, desapareciendo y/o asesinando a todo aquella persona que se levante en defensa de la tierra y los recursos naturales que (desde siempre y por derecho) les corresponde; y pese a que se ha demostrado que esos proyectos dañan a la naturaleza, se empeñan en continuar con ellos, provocando división, inseguridad y violencia dentro de las comunidades. Haciendo énfasis en que el objetivo de esos mega proyectos no corresponde a las necesidades de las comunidades, peor aún, atiende a las necesidades de los capitalistas, ya que lo obtenido a través de la violencia y despojo contra los pueblos y la naturaleza es para alimentar sus empresas y grandes capitales, es decir: para alimentar sus intereses.

Ante esto aplaudimos y reconocemos la ardua labor que realizan todas las defensoras dentro de cada sector y comunidad al que pertenecen, pese a las agresiones que sufren día a día, como el hostigamiento, la persecución, el encarcelamiento, las desapariciones forzadas y hasta los asesinatos en su contra, siendo particularmente reprimidas las mujeres defensoras, aunque el viejo Estado no lo acepte y continúe criminalizando la organización y la protesta social, misma que nosotras y nosotros llamamos lucha de clases.

La burguesía entiende que la mujer trabajadora en general, y la mujer campesina e indígena en particular en el marco de la lucha contra los mega proyectos imperialista juega un papel importante dentro de la lucha de clases y por ello teme verlas empoderadas al frente de procesos organizativos desde las comunidades de base que representan. A ese fin responden las miserables agresiones de género, que son también agresiones de clase y políticas contra nuestras compañeras defensoras de distintos pueblos, comunidades y procesos organizativos; el capitalismo burocrático y el imperialismo están haciendo de las compañeras el blanco principal de sus amenazas; como lo dijo el presidente Mao Tse Tung: “Las mujeres sostienen la mitad del cielo, porque con la otra mano sostienen la mitad del mundo” y ¡vamos a tomarlo por asalto!. 

Porque las mujeres siempre estamos ahí, en pie de lucha, en nuestras comunidades, defendiendo a nuestros pueblos, defendiendo la vida, la cultura, la identidad de nuestros pueblos; defendiendo la madre tierra, porque sabemos que ella es la máxima dadora de vida, sabiendo a la perfección que si atentan contra la naturaleza atentan directamente contra la vida, prácticamente el 80% de las compañeras que se dedican a la defensa de la tierra y el territorio sufren algún tipo de agresión, no simplemente por ser defensoras sino por el hecho de ser mujeres.

Es un hecho que no solo en Oaxaca se atenta contra nuestras compañeras y compañeros sino también en Chiapas, Yucatán, Veracruz, el país entero y otros países como Guatemala, Venezuela, Nicaragua, etc, donde si bien es cierto los procesos o las formas de lucha no son las misma (por las necesidades y complejidades de estas) son en beneficio de nuestro derecho a vivir en paz en base a la libre determinación de los pueblos, en un entorno colectivista (nosotros le llamamos socialista) y sostenible, libre de empresas transnacionales, de mega proyectos que tiñen de sangre y violencia nuestras comunidades, donde defendemos de forma organizada nuestro derecho a la libre decisión y administración de nuestros recursos naturales y nuestras formas de hacer gobierno, y hacer poder popular.

Debido a que el Estado no reconoce ni mucho menos garantiza la protección y cumplimiento de los derechos humanos, nos vemos en la necesidad de trabajar en conjunto con organismos estatales e internacionales de defensa de los Derechos Humanos (DH), así como con defensores y organizaciones; para así conocer las formas de acompañamiento que ayudan a visibilizar los conflictos y poder tener incidencia dentro de los cuerpos diplomáticos, ayudándonos también a documentar e informar a la opinión pública el origen de los conflictos de forma objetiva, puntualizando el duro trabajo que cada organización y colectivo realiza. 

Estos organismos, en su mayoría, han trabajado en diversos puntos del país desde hace más de diez años, manteniendo espacios para los defensores y las defensoras de DH, procurando el cumplimiento de los Tratados Internaciones en materia de DH en los que México es partícipe, aunque el gobierno no tenga el menor empacho en violentarlos y socavarlos a expensas de la sangre y sufrimiento de los pueblos, remarcando efectivamente que esto es una lucha de clases entre explotadores y explotados, entre opresores y oprimidos, y en ella habremos de organizarnos más y mejor para vencer con la fuerza del fusil, donde la mujer de clase trabajadora, la mujer campesina e indígena estarán presente en las primeras filas del combate.

Por esta y otras razones participamos en este Encuentro con nuestras compañeras Sol Rojistas de la Asamblea General del Pueblo Binniza’ en Lucha de San Blas Atempa, quienes dieron a conocer el conflicto y resistencia que han venido dando las comunidades rebeldes de Puente Madera, Loma Bonita y Rancho Llano, peleando en contra de la construcción de la subestación eléctrica de la Secretaría de la Defensa Nacional (SEDENA) que destruye el cerro Iguú y la imposición del parque eólico en toda la región, denunciando también el proceso de despojo, intimidación y militarización dentro de estas comunidades. Así también resaltamos la participación activa de más compañeras de la Región del Istmo, de los Valles Centrales, particularmente de la Agencia Comunitaria de Santa Rosa Panzacola, del municipio de Santa María Atzompa y de la Sierra Sur, que aprovecharon el espacio para denunciar la criminalización a su lucha por parte del viejo estado; pero también enfatizaron el papel tan importante que desempeñamos las mujeres en nuestras comunidades, en el campo y la ciudad donde nos encontramos dando la lucha hacia la transformación revolucionaria de la sociedad. 

Por otra parte, en estos dos días de compartimiento, uno de los objetivos fundamentales fue el hacer crecer la Red Nacional de Defensoras de Derechos Humanos y que fuera mayor la participación de compañeras indígenas, migrantes, feministas en pro de los derechos humanos y así garantizar el cumplimiento de éstos a través de procesos de capacitación, concientización y sobre todo de la colectividad y unificación de las luchas y resistencias.

Nuestra tarea como defensoras y observadoras es fomentar el crecimiento cualitativo de la Red; y es que como mujeres organizadas y conscientes es necesaria la participación en este tipo de encuentros de unidad y denuncia para generar enlaces de comunicación con organismos nacionales e internacionales y con observadoras de derechos humanos, haciendo más fuertes los lazos de compañerismo y solidaridad con el pueblo oprimido.

Es por ello que por este medio denunciamos el asesinato de 45 compañeras defensoras de DH en América Latina, desde el 2010 a la fecha. Igualmente el hostigamiento, persecución, amenazas y todo tipo de acciones que tome el viejo estado en contra de las compañeras defensoras de las distintas comunidades, pueblos originarios y organizaciones en lucha.

Nos pronunciamos en contra de los megaproyectos de despojo y saqueo de los recursos naturales en América Latina y el mundo. 


Retomamos y hacemos nuestras las tareas y actividades emanadas de este IV Encuentro de Mujeres Defensoras de DH, esperando contribuir al trabajo para el crecimiento de la Red Nacional de Defensoras de DH.

Y por último celebramos este tipo de proceso de colaboración feminista, consciente y revolucionaria entre compañeras defensoras.

¡Romper las cadenas!
¡Desencadenar la furia de la mujer como una fuerza poderosa para la revolución!
¡A construir la organización de las mujeres para la revolución!
                 ¡Con el Sol Rojo, el pueblo vencerá!

CORRIENTE DEL PUEBLO SOL ROJO
JUNIO DE 2017

India: 2 security personnel killed, 4 injured in encounter with Maoist in Sukma







Two security personnel were killed and four others were injured in encounters at various places between Maoists and security forces in Chhattisgarh’s South Sukma on Saturday.
IG Bastar, Vivekanand confirmed that the two jawans of district reserve guards (DRG) were killed in an encounter near Bheji area of South Sukma.
The injured were rushed to Raipur. The condition of three jawans is said to be serious, police sources said.
The encounter continues to rage.
“A massive encounter is going on since Friday in that area of South Sukma. A joint force of security forces is in the jungles of South Sukma and they are fighting with the battalion of Maoists,” special director general of naxal operations, D M Awasthi told Hindustan Times.
Awasthi also said that around 20 Maoists are also killed in the encounter. But security forces could find only one body of a Maoist so far.
The joint team, comprising personnel from STF, District Reserve Guard (DRG) and CoBRA (Commando Battalion for Resolute Action), was carrying out anti-Naxal operation in Chintagufa area, around 500 km from the Chhattisgarh capital Raipur.
Chintagufa is said to be the “capital of Maoists” in Bastar.
“The team is still cordoning off a forest patch in southern part of Sukma and positive results will come in next few hours,” said a senior police officer.
Police said that the Anti Naxal Task Force (ANTF) of the Indian Air Force had been also involved in large scale troop transportation for this operation which was named Operation Prahar by the Chhattisgarh police.
In the last couple of months Maoists had launched two major attacks on security forces in the same area.
On April 24, 25 CRPF troopers were killed in a Naxal ambush in Burkapal area under Chintagufa police station while 14 were killed on Bhejji on March 12.

support all protests against G20 Hamburg

Cumbre Anti G20 en Hamburgo: G20 Welcome to Hell



Cumbre Anti G20 el 6-7 julio en Hamburgo: G20 Welcome to Hell
Toda la información:
https://g20tohell.blackblogs.org/
DÍAS DE ACCIÓN: 6,7 Y 8 DE JULIO DEL 2017
* Jueves 6 de Julio 2017: Manifestación internacional anticapitalista de la izquierda radical.
* Acciones dinámicas en Hamburgo y alrededores entorno a la militarización, Migración, explotación, resistencia en las ciudades y otros temas.
* Formación de un bloque de resistencia y de bloques anticapitalistas para la manifestación plural del día 8 de julio del 2017.
* Durante todo el tiempo habrá resistencia contra la propia cumbre!


 


 
-----------


India: Emboscada naxalita contra fuerzas policiales que realizaban una operación contra la guerrilla comunista




24 de junio de 2017
 
Dos funcionarios de la Fuerza de Seguridad (SF) resultaron muertos y otros cinco fueron heridos cuando combatientes del comunista Ejército Guerrillero de Liberación Popular (PLGA) les tendieron una emboscada en Sukma, distrito de Chhattisgarh, ayer 24 de junio.
Los funcionarios policiales estaban realizando una operación de localización de escondites de la guerrilla naxalita en el interior de Chintagufa desde el 23 de junio. Cuando el 24 de junio los funcionarios avanzaban a través de los bosques de Dondamarka, un contingente de guerrilleros naxalitas abrieron fuego indiscriminado contra ellos matando a dos y dejando gravemente heridos a otros cinco.
 
Guerrillera naxalita

FREE G.N. SAIBABA!


23.06.17

indienINDIEN: Sofortige Freilassung von Dr. G.N. Saibaba!
Lebenslange Haft ist ein Todesurteil für Dr. G.N. Saibaba!
Dr. G.N. Saibaba spielt eine wichtige Rolle im revolutionären Kampf in Indien. Er ist der Vorsitzende der Revolutionären Demokratischen Front* (RDF) und eine sehr bekannte Persönlichkeit. G.N. Saibaba ist ein großer Verteidiger der Rechte des Volkes, er greift offen den Krieg gegen die Volksmassen in Indien an, er ist ein Gegner des Kastenwesens und des Hindufaschismus.
Der indische Staat wirft G.N. Saibaba die Unterstützung der Maoisten vor und verurteilte ihn am 7. März diesen Jahres zu lebenslanger Haft. Das Urteil wurde auf Grundlage des „Gesetzes zur Vorbeugung ungesetzlicher Handlungen“ gefällt. Dieses Gesetzt stammt aus der Kolonialzeit und verfolgt einzig und allein den Zweck der Unterdrückung und Einschüchterung der revolutionären Bewegung.saibaba